Jornal

Vimeiro, salgueiro, sinceiro ou, simplesmente, vime!

Vimeiro, salgueiro, sinceiro ou, simplesmente, vime!

Os dias passam e os meus vimes, como eu, tingem-se de outras cores. Ficam mais dourados, com as colorações do tempo a aquecerem-lhes a dura pele impregnada de histórias, que se pudessem falar, com certeza contariam! 

O barro, frágil, resistente e tão singular!

Em cada peça artesanal está o cunho da mão humana, a imperfeição que a faz única, o colorido que corta a monotonia dos dias cinzentos, a criatividade que nos encanta. Como a vida, as peças de barro são frágeis, resistentes e singulares!
O barro, frágil, resistente e tão singular!
wooden spoons

Da cozinha para a mesa: as colheres de madeira!

Intemporais, práticas e versáteis. Perfeitas para cozinhar, apresentar e presentear! Gosto das minhas colheres brancas e trigueiras, simples e coquetes que, juntas, na minha cozinha, com as cabecinhas de fora de um jarro de barro, provocam os talheres de metal e, sem pudor, lhe dizem: é de nós que ela gosta!

Tábuas e mais tábuas!

Há um objecto que tenho na cozinha, e que uso em múltiplas ocasiões, e ao qual muitas das minhas amigas não dão o devido valor, nem usam tanto como eu: as tábuas! Versáteis na sua funcionalidade, diversificadas nas suas formas, seja em madeira, seja em cerâmica, são um objecto indispensável, da cozinha à mesa, da Natureza para a Mesa!
Tábuas e mais tábuas!
A nobreza do linho

A nobreza do linho

O ciclo da produção do linho é complexo e longo, e as designações das suas etapas são antigas e poéticas: semear; colher e ripar, molhar, malhar e moer; espadelar, assedar, fiar, ensarilhar e dobar, e vale a pena manter essa maravilhosa planta que nos dá um dos tecidos mais nobres e finos de sempre!

O espírito e a magia da época natalícia

Seja qual for a forma como encaremos o Natal, esta é uma época diferente, extraordinária e necessária à vida. E porque o Natal deve começar com tempo, vamos pensar nele desde já. E porque é impossível não pensar em compras no Natal, vamos esquecer aquele bocadinho de excesso que é demais, e vamos (...).
O espírito e a magia da época natalícia
Porque os dias mais frios de Novembro já pedem uma chávena extra de chá…

Porque os dias mais frios de Novembro já pedem uma chávena extra de chá…

Palavras que nos guiam numa pequena viagem pelos aromas da hora do chá, da memória da nossa infância aos dias de hoje, saboreados em chávenas e canecas de diversas cores e formatos, servidos nos bules mais delicados e acompanhados pelos bolos mais gulosos (...). 

A Arte do Junco: entre a tradição e a modernidade

Na sua origem, as centenárias cestas de junco, que se faziam no tempo livre e ao serão, enquanto actividade económica que permitia completar o rendimento familiar, usavam-se para ir às compras, às feiras e para transportar marmitas com o almoço dos trabalhadores rurais (...).
A Arte do Junco: entre a tradição e a modernidade